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A Inteligência Artificial já tomou conta da Internet?

A Inteligência Artificial (I.A.) aprendeu a falar, o debate sobre a regulação da I.A. tem-se inflamado, oportunidade ou ameaça?

Caso você tenha notado a frequência de notícias sobre inteligência artificial nas sites e redes sociais, provavelmente se perguntou:
Quanto foi que I.A. se tornou uma realidade massiva?
Já existem aplicativos de I.A. disponíveis no mercado?
Programas de I.A. estão preocupando pesquisadores ao desenvolver uma linguagem própria?

Caso você seja de um grupo mais selecto de intelectuais, também formulou outras três perguntas importantes:
O apocalipse robô já começou? Onde esta Sarah Connor? Arnold Schwarzenegger estará do nosso lado desta vez?

Humor à parte, recentemente as máquinas passaram a possuir uma capacidade elevada de aprendizado, permitindo que suas acções e decisões excedam limites de algoritmos de programações iniciais.
A capacidade de assimilar e interpretar novas informações conferiu uma evolução significativa as máquinas, tornando o aprendizado mais qualitativo porém mais imprevisível.

A imprevisibilidade da desenvolvimento é combustível para o debate sobre a regulação do desenvolvimento da I.A.

Recentemente, por exemplo, observou-se o atrito criado entre Elon Musk e Mark Zuckerberg.
Elon Musk defende fortemente a regulação do desenvolvimento da I.A., alertando que a imprevisibilidade do aprendizado das máquinas pode levar a cenários catastróficos.
Mark Zuckerberg, por sua vez, acredita que esta possibilidade não esta próxima da realidade.

A essência deste debate é antiga.
Nos livros de ficção científica o medo dos robôs foi apelidado de Complexo de Frankenstein, o medo de que a criatura destrua o criador.

Com relação as três questões (as três primeiras):
A I.A. existe a muito tempo, o primeiro programa com inteligência artificial foi inscrito em 1951 (um programa que jogava damas e xadrez).
Aplicações comerciais iniciaram em 1980. Em 2011 os primeiros aplicativos para celular foram lançados (Siri, Google Now e Cortana).
Em meados de Junho deste ano, dois programas de I.A. (Bob e Alice), do Facebook, realizavam um teste de negociação, durante o teste Bob e Alice criaram sua própria linguagem, como os pesquisadores não conseguiram acompanhar a negociação, resolveram desligar o programa.
Este não é um incidente isolado, outras organizações, como OpenAI, Georgia Institute of Technology, Carneggie Melon e Virginia Tech já publicaram pesquisas relatando que seus programas desenvolveram linguagem própria em cenário de convivência mútua entre robôs.

Muito além das linguagens próprias, os programas vêm desenvolvendo insights e métodos largamente utilizados no mundo dos negócios, no estudo da bolsa de valores, em programas para acelerar o aprendizado intelectual individual, em programas para desenvolver a dieta ideal para cada utilizador, em programas que elaboram a melhor série de exercícios físicos de cada pessoa, programas para criação de textos, imagens e músicas no geral.

Estima-se que existam mais de 2.200 Startups que trabalhem com I.A, mais da metade surgiu nos últimos 2 anos.

Mais de 80% das maiores empresas alegaram possuir um plano para investir e explorar os recursos de inteligência artificial.

A automação do marketing, dos processos de venda e da análise de dados são as três áreas de maior foco para o desenvolvimento dos programas com inteligência artificial.

Por enquanto a I.A. não tomou conta de toda a internet, mas aqui cabe o optimismo de acreditar que se assim acontecer, provavelmente será para melhor.

E você, usou algum aplicativo que contenha I.A. hoje?

Salvador Carrasco

Engenheiro Eletrotécnico

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