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Taxa Média de Rentabilidade e o Prazo de Recuperação do Investimento

Quando um empresário pondera investir, deverá ter respostas a várias questões, nomeadamente:

quais são os principais métodos de avaliação de projetos, quais as vantagens e desvantagens desses métodos, por que razão se considera o VLA o método mais versátil e robusto, que cash-flows se considera na avaliação do projeto, como financiar os projetos de investimento, como medir o custo do capital, como minimizar o risco através de métodos de simulação e de outras técnicas, etc., etc., etc.

Por agora, vamos refletir sobre a Taxa Média de Rentabilidade (TMR) e o Prazo de Recuperação do Investimento (PRI).

Sabendo que a rentabilidade de um investimento é um indicador que mede a relação entre os ganhos de um investimento e o custo deste ter presente o valor da rentabilidade futura, permitirá saber se o dinheiro investido será recuperado (desempenho), podendo saber-se se o investimento faz (ou fez) sentido.

A TMR, utilizada sobretudo em projetos de menor dimensão, ao contrário de outras fórmulas baseadas no cash-flow, é um critério contabilístico baseado no resultado líquido do exercício, em que se divide o lucro líquido médio anual pelo valor do investimento médio durante a vida útil do projeto (TMR = Resultado Líquido Médio / Valor Contabilístico Médio do Investimento).

Como a TMR é baseada em documentos contabilísticos, ignorando a atualização, exige pressupostos adicionais, tais como a taxa de imposto sobre lucros e a margem bruta (vendas – custos variáveis).

Por outro lado, o PRI ou pay back period, representa o tempo que demora a recuperar os montantes investidos através dos cash-flows gerados por esse mesmo investimento (muito utilizada com um dos indicadores chave em estudos de análise de viabilidade).

Por outras palavras, representa o tempo necessário para que o Valor Atual Líquido (VAL) atinja valores positivos.

Para atualizar os cash-flows futuros é utilizada uma taxa a que se chama taxa de desconto, uma taxa de juros sem risco acrescida de um prémio de risco estabelecido para o tipo de projeto em causa.
O Pay back mede o período (de tempo) que o somatório dos cash-flows leva a igualar (recuperar) o investimento inicial, sendo preferido o projeto que tenha o período de recuperação mais curto.

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Luís Lopes

Consultor Financeiro

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