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Empréstimos Bancários

Começo este artigo, avisando que a financeirização do ensino superior é uma realidade. A própria Direção Geral do Ensino Superior (DGES), sabendo que

o ensino superior não é para todos, criou um programa de promoção do acesso às universidades com base num sistema de garantias de empréstimos para estudantes.

Sendo assim, o DGES celebrou, com várias sociedades de garantia mútua, um protocolo «Linha de Crédito para Estudantes do Ensino Superior com Garantia Mútua».

O mesmo DGES, afirma que o sistema de garantia mútua torna possível aos estudantes do ensino superior (com poucos recursos) aceder a melhores condições junto do sistema financeiro para financiamento das necessidades associadas à sua formação. A meu ver, uma coisa é certa: os futuros recém licenciados iniciarão o seu percurso profissional endividados…

Tais jovens, consubstanciados num contrato de empréstimo (mútuo), no qual são definidas as condições do empréstimo, tal como o prazo total do empréstimo, o número de prestações a efetuar, a taxa de juro, o serviço da dívida (forma de reembolso de capital e do pagamento de juros), comissões devidas (comissão de imobilização de capital, comissão de gestão e manutenção e comissão de abertura do processo de crédito) serão obrigados, desde logo, a gerir rigorosamente os seus orçamentos que, presumo, serão precários no início das suas carreiras profissionais.

Para além destas exigências, são frequentes obrigações a nível de cláusulas (covenants), que visam proteger as instituições financeiras de ocorrências que possam perturbar o normal pagamento dos empréstimos, obrigando, neste exemplo, os futuros profissionais (atuais estudantes) a fornecer informação financeira e a cumprir certos rácios económicos e financeiros.

O prazo total do empréstimo é o período que decorre entre a assimetria do contrato e o pagamento da última prestação de capital, subdividindo-se em períodos: o período de utilização (período durante o qual a empresa pode utilizar o empréstimo), período de deferimento (período em que não há serviço da dívida, não havendo reembolso de capital e pagamento de juros), prazo de carência (período em que não há amortização de capital, mas existe pagamento de juros) e o prazo de reembolso, período durante o qual o empréstimo é amortizado

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Luís Lopes

Consultor Financeiro

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