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Decisões de Investimento

Neste “muro” da Business Point irei falar de finanças empresariais, entre outros assuntos pertinentes para gestores e empresários.

Comecemos por abordar o tema “Decisões de Investimento”.

Tais como, aquisição de terrenos, edifícios ou equipamentos (ativos corpóreos) ou investimentos em formação, publicidade ou tecnologia, incluindo aquisição de patentes (ativos incorpóreos). Tendo em conta estas rubricas, a empresa compromete recursos na expetativa de gerar excedentes futuros (cash flows) que compensem esse investimento.

Investimentos em ativos reais que criarão valor (expetativa). Por outro lado, se o investimento não for bem-sucedido reduzirá o valor da empresa (uma espécie de trade off).
É por estas (e por outras) que os empresários deverão recorrer a um Gestor financeiro eficiente. Um técnico que forneça metodologias de análise que visem assegurar a expetativa fundada na criação de valor através da obtenção de um valor atual líquido positivo (VAL) e cash-flows futuros, cujo valor atualizado supere os investimentos realizados.

Metodologias de análise que apoiem toda a equipa e a tomada de decisões.

Tomada de decisões de financiamento, optando pelo recurso a capitais próprios ou a capitais alheios. Vejamos! O Capital próprio é fornecido pelos investidores, acionistas, sócios, etc. Já o Capital alheio, exige uma remuneração contratualmente estabelecida (juro), além do reembolso do capital, independentemente do desempenho da empresa.

Nos bancos pode-se recorrer a emissão de obrigações, títulos de dívidas que podem ser subscritas por particulares e empresas e transacionadas em bolsa.

O circuito de financiamento entre aforradores e investidores (indivíduos e empresas com capacidade de realização de poupança) baseia-se em indivíduos e empresas que adquirem bens com recurso a crédito. Explicando, os bancos tomam depósitos dos aforradores e concedem empréstimos aos investidores.

As taxas de juros e os spreads (diferença entre a taxa de remuneração do depósito e a taxa do empréstimo concedida), apropriados pelo banco, permitirão a cobertura dos custos e rendabilidades dos bancos. Contudo, o financiamento direto das empresas, por parte dos aforradores (obrigações), será mais vantajoso para ambas as partes, pois a remuneração é mais elevada para os aforradores e os custos são menores para as empresas. Porém, o risco de aplicação financeira é maior, dado o reembolso de capital e juros depender da capacidade futura da empresa.

No caso do depósito bancário, existe uma diversificação de risco, dado que o banco financia um vasto conjunto de investimentos e tem apoio estatal quando enfrentam dificuldades financeiras. Mais uma nota: as ações têm maior risco do que as obrigações. No caso de falência das empresas, os direitos dos credores são prioritários em relação aos dos acionistas.

A remuneração é efetuada sob forma de dividendos (todos os excedentes depois do cumprimento das obrigações com os credores e fisco pertencem aos acionistas) ou com a desvalorização das ações, caso a empresa seja lucrativa. Por fim: quando a empresa ainda não dispõe de ativos, capazes de construir garantia (hipoteca ou penhora), o leasing pode ser uma alternativa acessível, dado a posse jurídica dos ativos financeiros serem da sociedade de leasing.

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Luís Lopes

Consultor Financeiro

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